http://www.youtube.com/watch?v=Lr04o--YwSU
agradecendo ao cast (Thiago Mittoso , Camila, Suelen Suu e Su Sedução), ao pessoal da produção ( Suelen Suu e Ana Carolina Quimera) e, é claro, ao Peter Facinelli, a grande mente por trás disso tudo.
*derruba a pipoca de ouro*
e foi tão embaraçoso quanto vocês achavam que seria. Tchau.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Sobre o amor e outras baboseiras.
Eu percebi que superei o pseudo. Há muito tempo. É até patético, ter que superar o que não houve. Pode parecer masoquista, mas eu gostava de estar apaixonada. Mesmo que por uma fantasia.
Muitas amigas estão sofrendo decepções amorosas. Muitos amigos estão chorando nos cantos por amores impossíveis. E eu ouvia tudo, acreditando que era uma besteira muito grande eles se deixarem influenciar por pessoas que nem compartilhavam o mesmo sangue (é, eu sou uma grande hipócrita).
Mas aí eu percebi que o problema era comigo. Porque uma vez superado o pseudo, eu não sentia mais nada. Não existia realmente nada pra sentir. Eu estou vazia, como uma concha.
Não que eu esteja infeliz. Só...oca.
E é aí que eu cheguei a conclusão de que estar triste, ressentido, magoado, angustiado, é melhor do que sentir absolutamente nada. Que ser capaz de sentir ódio, ciúme,melancolia, alegria, êxtase, tudo ao mesmo tempo, é o que nos faz humanos.
Sentir nada nos faz ser nada.
Então celebre suas feridas. Ostente-as com orgulho, de cabeça erguida. Não é vergonhoso perder amores. As nossas cicatrizes são sinais de que temos historia.
Muitas amigas estão sofrendo decepções amorosas. Muitos amigos estão chorando nos cantos por amores impossíveis. E eu ouvia tudo, acreditando que era uma besteira muito grande eles se deixarem influenciar por pessoas que nem compartilhavam o mesmo sangue (é, eu sou uma grande hipócrita).
Mas aí eu percebi que o problema era comigo. Porque uma vez superado o pseudo, eu não sentia mais nada. Não existia realmente nada pra sentir. Eu estou vazia, como uma concha.
Não que eu esteja infeliz. Só...oca.
E é aí que eu cheguei a conclusão de que estar triste, ressentido, magoado, angustiado, é melhor do que sentir absolutamente nada. Que ser capaz de sentir ódio, ciúme,melancolia, alegria, êxtase, tudo ao mesmo tempo, é o que nos faz humanos.
Sentir nada nos faz ser nada.
Então celebre suas feridas. Ostente-as com orgulho, de cabeça erguida. Não é vergonhoso perder amores. As nossas cicatrizes são sinais de que temos historia.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Where The Wild Things Are
Gostamos de pensar que somos seres racionais. Humanos. Conscientes. Civilizados. Pensantes. Mas quando tudo dá errado, mesmo que só um pouco, fica claro que não somos nada além de animais. Temos polegares opositores, pensamos, andamos eretos, falamos, sonhamos. Mas lá no fundo, ainda estamos ligados às nossas raízes primitivas, mordendo, dando patadas, arranhando uma existência nesse mundo escuro e sombrio como o resto doss sapos e dos bichos-preguiça.
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós... O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos... nós evoluimos.
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós... O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos... nós evoluimos.
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